Douglas

Unido: 04.abr.2018 Última actividad: 15.dic.2019

I have joined iNat community less then a month ago (April 12, 2018). It seems like years. I was moved by the interest in mammals, insects and birds of my eldest grandson (5½ years old) and his sister (almost three, now). We live in the same lot (two houses). It’s not a big place, even considering an almost abandoned lot beside ours (belongs to a government agency). Less than 1,000 squared meters. But plenty of life. Me, myself, had never had anything to do with animals, except for some parakeets and parrots I had when was a kid. Then, one day, I graduated in Computer Sciences and my childhood and “nature”, as well, became “only a picture in the wall”. Naturaly, I kept interested in all living things through TV documentaries and, now and then, went to fish on rivers not so close to Brasília with my gone dad. Portuguese is the language I truly speak, though, I think, I’m able to make myself understood in English. So, I’ve decided to use English as a mean to reach the broad world and it’s knowledge in order to enrich my grandchildren apprenticeship. Got it?

I’ve decided to write down my profile text today because I had that great experience with a brand new friend belonging to the Toxomerus genus.
Thanks, folks!

Entrei na comunidade iNat há menos de um mês (12 de abril de 2018). Parecem anos. Fui movido pelo interesse em mamíferos, insetos e pássaros de meu neto mais velho (5 anos e meio) e sua irmã (quase três, agora). Nós moramos no mesmo terreno, em casas separadas. Não é um lugar grande, mesmo considerando um lote quase abandonado ao lado do nosso (pertence a uma agência governamental). Menos de 1.000 metros quadrados no total. Mas muita vida. Eu mesmo, nunca tive nada a ver com animais, exceto por alguns periquitos e papagaios que tive quando criança. Então, um dia, me formei em Ciências da Computação e a minha infância, bem como a “natureza”, se tornaram “apenas uma fotografia na parede" (CDA). Naturalmente, me mantive interessado em todos os seres vivos através de documentários de TV e, de vez em quando, pesquei em rios que não são tão próximos de Brasília com o meu falecido pai. Português é a língua que eu falo, mas acho que sou capaz de me fazer entender em inglês. Então, decidi usar o inglês como um meio para alcançar o grande mundo e seu conhecimento para enriquecer o aprendizado dos meus netos. Sacaram?

Decidi escrever o texto do meu perfil hoje porque tive uma ótima experiência com um novo amigo pertencente ao gênero Toxomerus (ainda tenho que identificá-lo).

Obrigado pessoal!
P.S.: Consulto fontes brasileiras e estrangeiras (universidades, museus, teses, documentos científicos e sites), sempre.

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